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Convite: contamos com sua presença

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Chuva atrapalha “Sábado Cultural” no Rochdale

A Banda Muirakitã estava finalizando sua primeira apresentação no “Sábado Cultural” no espaço aberto da Fábrica de Cultura 4.0 Osasco, no Rochdale, quando uma forte chuva começou a cair e a produção teve de interromper o evento. A organização pediu para o público adentrar ao espaço interno para se proteger.

Foram apenas 40 minutos de atividades e todos os artistas já estavam à postos para suas participações como os alunos de grupo de dança da Escola Estadual Hadla Feres, de Carapicuíba.

Expondo seus trabalhos estavam quatro artesãos: Lucas com Camisetas Roba Brisa; Patrícia com Doces Tatá; Ana Alves Oliveira, com Floreiras Rústicas de Madeira; Ana Paula com Bijuterias Artesanais únicas. Também havia banner dos EcoPontos e distribuição de folhetos.

O evento foi promovido pelo POIESIS Gestão Cultural, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo, Fábrica de Cultura 4.0 Osasco, dirigido pelo coletivo Casaviva – cultural e ambiental.

A ideia é realizar o evento completo no início do 2023, com todas as atrações.

Cantor e compositor Roberto Tchêrê visita Museu Sagrada Família em São Caetano do Sul

Por M. Torres
Fotos: Acervo pessoal

O estado de São Paulo tem lugares fantásticos e a região do Grande ABC tem cidades maravilhosas para se conhecer e uma delas é São Caetano do Sul. Na tarde desta quinta-feira, 01 de dezembro, o cantor e compositor Roberto Tchêrê e a jornalista, radialista e escritora Rosi Cheque resolveram fazer um tour na cidade onde nasceram para recordar a infância, a adolescência e, também, visitar familiares e amigos queridos. Além de restaurantes, lanchonetes e padarias, o município de São Caetano tem lugares que você não pode deixar de visitar como o Espaço Verde Chico Mendes, a Pinacoteca Municipal e, principalmente, o Museu Sagrada Família que está localizado na Praça Cardeal Arco Verde.

Os irmãos Roberto Tchêre e Rosi Cheque ficaram encantados com a magia, a energia e a serenidade do museu que oferece peças raras e numerosos objetos (esculturas, fotos, pinturas, roupas etc.) que permitem compreender o significado e a complexidade do espaço e da religiosidade. Renovando em quem entra no museu a espiritualidade, a esperança e o respeito em si e no outro.

“A Jane e a Leila são muito simpáticas e nos receberam com muito carinho. Entramos por acaso e ficamos encantados com tudo no museu. A cada peça ficávamos seduzidos com a história narrada que se contrastava entre o sóbrio e o colorido, entre o tamanho e a espessura de cada peça. É uma verdadeira viagem no tempo. É uma verdadeira viagem por vários tipos de arte.”, contou entusiasmado Roberto Tchêrê.

“Eu e meu irmão Roberto Tchêrê tiramos o dia para visitar a Rua das Papoulas e a Rua das Valerianas, respectivamente Vila Bela e Vila Alpina, onde moramos. Hoje, faz 66 anos que minha madrinha Maria Molica saiu da província de Frosinone, na Itália, e veio para São Paulo. Então, juntamos tudo e decidimos celebrar a vida, o amor e agradecer a Deus. Entramos na igreja para uma oração e foi aí que meu irmão viu o museu. As meninas Jane e Leila têm uma serenidade e leveza tão grandes que dá até para sentir o calor da paz que emana de dentro delas.”, complementou Rosi Cheque.

Rosi Cheque, que também toca clarinete, piano e faz dança contemporânea, já se apresentou com o irmão caçula Roberto Tchêrê na Semana Internacional de Museus. https://rosicheque.wordpress.com/2018/05/17/casaviva-apoia-atividades-da-semana-de-museus-de-osasco

De modo geral, os museus são lugares de conexão entre passado, presente e futuro, afinal olhando para o passado é possível conhecer o que foi feito para aperfeiçoar mecanismos e ferramentas para melhorar a vida das pessoas e de todas as formas de vida. É olhando para o passado que podemos influenciar o presente no sentido de novos conhecimentos e técnicas para a sustentabilidade – e existência – das futuras gerações. O Museu Sagrada Família conta, através de seus objetos, grande parte das ações da qual foi (e ainda é) protagonista na cidade de São Caetano do Sul.

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Roberto Tchêrê (cantor e compositor)

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Rosi Cheque (jornalista e artista)
https://www.facebook.com/rosi.cheque

Museu da Sagrada Família
Praça Cardeal Arco Verde, s/n
São Caetano do Sul – SP
museusagradafamiliascs@gmail.com

Consciência Negra é tema de Sarau dos Imortais

A Biblioteca Pública Municipal Álvares de Azevedo e o coletivo Oficina de Arte e Cultura realizaram no sábado, 26 de outubro, o Sarau dos Imortais com o tema central “Consciência Negra” como forma de ajudar a conscientizar a sociedade sobre a luta contra o racismo e o preconceito. Aberta ao público em geral e com entrada franca, o evento contou com a coordenação do maestro Roberto Mendes Barbosa e apoio técnico dos músicos e cantores Nivas Marcelino, Jeandro Santana e André Gonçalves. A Biblioteca fica na Praça Joaquim José da Nova, s/n – Vila Maria, SP.

Na programação, dança, poesia, música e bate-papo (sobre a cultura afro, orixás, mitos, histórias, religiosidade), discriminação, violência, preconceito, racismo, democracia. Também foi realizada várias homenagens para as pratas da casa, dentre elas os intérpretes, cantores e compositores Luiz Alfredo Xavier, Sandra Regina Alves Moura, Paulo de Mesquita (in memoriam).

Ainda foram homenageadas personalidades de várias áreas do conhecimento como Chiquinha Gonzaga (pianista e compositora), Jair Rodrigues (compositor), Zumbi dos Palmares (que lutou para abolir a escravidão no Brasil), Benedita da Silva (deputada), Nelson Mandela (advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Negra e vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993).

Artistas usaram o microfone para falar de suas experiencias. A jovem Sofia comentou sua experiência com a música, com o canto e com o violão e o piano. Já Vanessa Silva, cantora, compositora e estudante de artes, deu um depoimento de como passou a infância e a adolescência por conta de seus cabelos cacheados. Depois, encantou a plateia cantando “Germinar”.

Dentre os artistas que se apresentaram estão Zilá (Folhas de Outono – Roberto Carlos), Paulo Henrique (Million Reasons – Lady Gaga), Rosi Cheque (Performance Araruna, música de Marlui Miranda), Susana e Nivas (Luz do Sol – Caetano Veloso), Roberto Mendes e Wlad Morales (Amazing Grace, John Newton), Sofia Lara – Piano (Minueto em Sol Maior do Pequeno Livro de Ana Magdalena Bach).

Também, Celina Costa Bonanata (Mulher e Gatinha manhosa, de Erasmo Carlos), Marcos (Sentado à beira do caminho, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos), Zilá (Nona sinfonia – Beethoven), Jeandro (Mesmo que seja eu – Erasmo Carlos) e Eliza Mendes Barbosa (Alguém me disse – Anísio Silva).

Consciência Negra

O Dia Nacional da Consciência Negra é uma forma de relembrar às pessoas a luta e a resistência dos negros desde o período colonial, em que milhões de africanos foram trazidos para o Brasil para trabalhar como escravos sem quaisquer direitos à educação, saúde, moradia e assistência social. Mesmo com a aprovação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, muitos negros continuaram escravizados no Brasil.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os negros (pretos e pardos) representam 56% da população brasileira. O racismo é um problema social estrutural e deve ser combatido diariamente, não só por pessoas negras. A partir de 2003, a Lei nº 10.639 tornou obrigatório o ensino sobre a História e Cultura Afro-brasileira nas etapas fundamental e médio.

Crimes

Os crimes de racismo referentes ao preconceito de raça ou de cor, previstos na Lei nº 9.459/97, têm penas que podem chegar até cinco anos de reclusão e nos crimes relacionados à injúria racial (ofensa à dignidade ou o decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência), a pena prevista é de reclusão de um a três anos, além de multa.

Sarau

Resumidamente, o sarau Pratas da Casa e o sarau dos Imortais visam promover ações inovadoras, partilhar conhecimento, assegurar o direito à cultura, bem como apresentar e fortalecer ações e atividades dos artistas envolvidos. Além, é claro, de incentivar outras pessoas a mostrarem sua arte.

Para saber mais sobre os saraus e outras atividades basta entrar em contato pelas redes sociais ou pelo e-mail oficinadearteecultura@hotmail.com .

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Poemas de Julia Lemos e de Brian Tiago são declamados pela escritora Rosi Cheque na Semana da Consciência Negra, na Escola Hadla Feres, em Carapicuíba

Fotos Carlos Marx/Acervo Hadla Feres
Texto: M. Torres

Na tarde de sexta-feira (25), a jornalista e escritora Rosi Cheque, também artista dos coletivos Casaviva – cultural e ambiental (Osasco) e da Oficina de Arte e Cultura (SP, capital), declamou poesias no recital “Carolina Maria de Jesus”. O bate-papo sobre literarura estava na programação da “I Semana de Estudos Raciais” da Escola Estadual Professora Hadla Feres, localizada em Carapicuíba (SP).

Durante uma semana ocorreram atividades desenvolvidas por alunos como dança, música, poesia, além de exposições de artes visuais, palestras, oficinas, exibição de documentários e bate-papo envolvendo estudantes, professores e convidados. A comissão organizadora da programação contou com diversos professores, dentre eles Charles Henrique Aparecido Ramos.

Inicialmente, Rosi Cheque discorreu sobre a vida e a obra da escritora Carolina Maria de Jesus que era mãe solo, estudou até o segundo ano primário, era mineira, morou na favela do Canindé em São Paulo por muitos anos e sustentou sua família como catadora de materiais recicláveis.

Depois, recitou trechos dos poemas “Quarto de despejo” e “Folha da noite”, de Carolina. Também pontuou alguns temas recorrentes em seus escritos como a miséria e a fome. Rosi Cheque ainda declamou, de sua autoria, o poema “Vida, qual é seu colorido?” que aborda temas como respeito, racismo, violência, direitos.

A troca de experiências sobre produção literária motivou muito os estudantes que contaram sobre suas composições e construção poética e, também, recitaram poemas autorais. Rosi Cheque encerrou sua participação declamando dois poemas de autoria dos alunos Julia Lemos Ferreira Rosa e Brian Tiago dos Santos França (Carla Cristina dos Santos França).

“Fiz um tour para conhecer os trabalhos desenvolvidos pelos alunos. A garotada do grupo de dança da escola fez uma exibição especialmente para mim. Achei muito carinhoso e fiquei imensamente feliz. A oficina de trança, as pinturas, o artesanato, a decoração. Enfim, tudo muito lindo e caprichoso. Visitando cada espaço observei que os trabalhos conversavam um com o outro e isso demonstra também o alinhamento e a sintonia entre professores orientadores e alunos executores. E, para minha surpresa, ainda recebi um lindo certificado de participação que já tem um lugar especial em casa e no meu coração.”, finalizou a poeta Rosi Cheque.

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Histórico artístico musical e profissional de Odir Caius

Odir Caius é o pseudônimo de Odinezio Rozendo Santos. Nasceu em 3 de julho de 1968 em Aracaju/SE. Morou na cidade de São Paulo até 1978, depois retornou para Aracaju. Em 1979, foi morar na cidade de Estância, litoral sergipano e, em 1981, deu os primeiros passos na carreira musical na escola de música e na banda musical de marcha do SESI onde aprendeu a ler partitura e tocar tarol sob a orientação do saudoso professor Amaral. Em 1983, realizou seu grande sonho: ingressar na Filarmônica Lira Carlos Gomes, também em Estância. Na Lira, como é popularmente conhecida, Odir tocou tarol e aprendeu a tocar clarinete e saxofone. Nesta filarmônica também foi aluno do professor José Luiz e do saudoso maestro Tenente José Feitosa. De 1987 a 1989, Odir Caius teve a honra de ser um dos professores de Música da Lira Carlos Gomes.

De 1989 a 1990, Odir Caius passou a lecionar música na Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, em Itabaianinha. O chorinho entrou na sua vida ao observar o saxofonista da Lira, o saudoso Seu Luisinho, executando choros. Em 2004, na cidade de Aracaju, participou da Semasc/PMA como educador do Programa de Erradicação e do Trabalho Infantil (PETI) utilizando a música como forma de inclusão social junto às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Odir Caius foi um dos classificados para o Festival Sescanção/2009 e 2011. Em 2013, o músico recebeu uma menção honrosa da filarmônica Lira Carlos Gomes, de Estância, em reconhecimento aos relevantes serviços e disciplina na qualidade de aluno, professor e músico. Em 2014, a Câmara Municipal de Estância concede-lhe o título de cidadão estanciano. Em 2015, o músico recebeu o prêmio Sanfona de Ouro (Empreendedorismo cultural com uma flauta no forró).

Em 2016, em comemoração ao Dia Nacional do Choro, a Secretaria de Estado da Cultura concede menção honrosa a Odir Caius pelos relevantes serviços como instrumentista e compositor de chorinhos em Sergipe. Em 2017, o governo do Estado de Sergipe, por meio da secretaria de Estado da Cultura confere, ao músico Odir Caius, o certificado Destaque Encontro Nordestino de Cultura – Arraiá do Povo em reconhecimento a sua atuação em prol da cultura popular sergipana. Em 2019, Odir Caius ganhou o Prêmio Cultura (instrumentista do ano). Em 2022, o músico, mais uma vez, ganha o prêmio Sanfona de Ouro (Odir Caius e O Forró da Flauta).

Odir Caius foi o primeiro chorão a introduzir a flauta doce no choro e no forró em Sergipe. Esta inovação chamou a atenção do público por ser um instrumento considerado limitado. Odir é autor de diversos choros e foi o idealizador do “Projeto instrumental choro-forrozado” nos eventos juninos no estado de Sergipe (Forró Caju, Arraial do Povo, São João de Estância, Forró do Sesc/Sergipe, Forró do Instituto Banese). Odir Caius participa do Projeto Movimento do Choro Sergipano. O músico também participou da Feira do Sebrae/Sergipe e Encontros Culturais da Cidade de Laranjeiras.

Contatos para shows: (79) 99960-7706 / odircaius@hotmail.com
Instagram:@odircaius

Casaviva presente na Semana de Estudos Raciais na Escola Hadla Feres em Carapicuíba

Para enfatizar a importância da conscientização e da reflexão sobre respeito e direitos sociais, a Escola Estadual Professora Hadla Feres, em Carapicuíba (SP), realizou, de 21 a 25 de novembro, a I Semana de Estudos Raciais. Na programação palestras, oficinas, exibição de documentários e diversas rodas de conversas com os alunos abordando as relações étnico-raciais, violência, direitos, além de apresentações de dança, música, poesia e artes visuais.

A convite do professor Charles Henrique Aparecido Ramos, a escritora Rosi Cheque, do coletivo Casaviva – cultural e ambiental Osasco (Ponto de Cultura), participou do evento, na tarde desta sexta-feira (25), com o recital “Carolina Maria de Jesus”. Na oportunidade, discorreu sobre a vida da escritora que era mãe solo, morava na favela do Canindé e era catadora de materiais recicláveis.

Depois, recitou trechos dos poemas “Quarto de despejo” e “Folha da noite”, de Carolina, e pontuou alguns temas recorrentes em seus escritos como a miséria e a fome. Rosi Cheque ainda declamou, de sua autoria, o poema “Vida, qual é seu colorido?” que aborda temas como respeito, racismo, violência, direitos. Encerrou sua participação recitando dois poemas de autoria de dois alunos: Julia Lemos Ferreira Rosa e Braian Tiago dos Santos França (Carla Cristina dos Santos França).

Sobre separação dos resíduos e reciclagem, Carlos Marx, jornalista e coordenador da Casaviva, falou sobre os EcoPontos implantados em Osasco, na atual gestão do prefeito Rogério Lins. Assim como Carolina Maria de Jesus muitas pessoas vivem e sustentam suas famílias até hoje coletando e vendendo materiais recicláveis, por isso a importância também de retirar do lixo domiciliar esses produtos e entregar à coleta seletiva ou catadores de rua. Em Osasco os materiais recicláveis, entregues nos equipamentos criados pela Prefeitura, são encaminhados às três cooperativas em funcionamento na cidade.

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Ciclo de Palestras sobre Sustentabilidade e uso dos EcoPontos é realizado na Feira de Ciências da Escola Estadual Dr. Américo

Palestras de Khathia Maria Honorio, professora da USP Leste, e Caroline Porto, aluna de Ciências da Natureza da USP Leste; Rosi Cheque e Carlos Marx, falando de sustentabilidade e uso dosEcoPontos; Autocuidado, suicídio e drogas; Filosofia na Ciência; Oficina (de velas e de robótica); e Extração de DNA do morango, foram algumas das atrações da programação da “I Feira de Ciências” da Escola Estadual Dr. Américo Marco Antônio, localizada no Jardim Pestana. A feira foi aberta ao público escolar e entorno, ocorreu nos períodos matutivo, vespertino e noturno na quarta-feira, 23 de novembro.

Em sua fala, Marcos Neves, diretor da escola, ressaltou a importância de ações e de projetos que envolvem também o entorno da escola. “Os professores são modelos a serem seguidos. Pode ser que você, professor, seja o único pingo de esperança de um aluno. Com mais este trabalho estamos cumprindo o papel da educação”, sintetizou.

A cerimônia de abertura ocorreu no pátio e a vice-diretora Sandra Nishino, deu as boas-vindas, agradeceu o envolvimento dos professores e resumiu a importância da mulher na sociedade e na ciência. Agradeceu especialmente aos professores de química, Géssica e Plínio, propositores da feira que foi abraçada por toda a comunidade escolar.

As palestras “Sustentabilidade: uso dos EcoPontos” ocorrem na sala de vídeos com a participação de alunos do ensino fundamental II e ensino médio. Os ambientalistas Rosi Cheque e Carlos Marx explicam que os EcoPontos, Mini EcoPontos e Pontos de Entrega Voluntária garantem uma cidade mais limpa e sustentável e visa, sobretudo, incentivar alunos e familiares a separar os resíduos recicláveis e orgânicos usando os equipamentos criados para descarte correto de resíduos. A Casaviva está à serviço da Prefeitura de Osasco através da Secretaria de Serviços e Obras e da empresa EcoOsasco.

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Sarau: convite

Roda de ciranda, banda Muirakitã, performances artísticas e artesanato estão na programação do sábado cultural “Vamos dançar ciranda, vamos cirandar”, em 3 de dezembro, na fábrica de cultura 4.0 Osasco

No sábado, 3 de dezembro, das 15h às 18h, acontecerá o “Sábado Cultural” com roda de ciranda, show com a Banda osasquense Muirakitã, performances com temática ambiental com Rosi Cheque, exposição e venda de artesanato, doces, salgados e sucos.

O evento é promovido pelo POIESIS Gestão Cultural, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo, Fábrica de Cultura 4.0 Osasco, com apoio da Prefeitura Municipal de Osasco e dirigido por Carlos Marx, produtor e coordenador do coletivo Casaviva – cultural e ambiental. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Endereço: Rua Santa Rita, s/nº, Jardim Rochdale. Informações pelo WhatsApp (11) 99652-8199.

Em 10 de dezembro será celebrado o “Dia Internacional dos Povos Indígenas”. Para promover a reflexão sobre a temática haverá duas performances das músicas “Mata” e “Araruna”, ambas da compositora, cantora e pesquisadora da cultura indígena brasileira Marlui Miranda. “É uma forma de despertar a atenção das pessoas e sinalizar a importância de compreender e de proteger a Amazônia, os biomas e os povos originários. Podemos aprender com os povos indígenas como viver de forma sustentável”, resume Carlos Marx.

Muirakitã é uma banda osasquense com um repertório autoral com foco no ser humano e sua relação com a Terra. Na programação dos cantores e instrumentistas Dorgi, Zeus, Gênesis, Lucas e Vinicius também há MPB, reggae e rock’and roll. Proteger o meio ambiente é um desafio individual e coletivo e que envolve o setor público e o privado. A arte é uma excelente ferramenta para promover a educação ambiental sensibilizando e estimulando as pessoas para atuar, por exemplo, no combate às mudanças climáticas e protegendo o solo, a água e o ar separando, por exemplo, os materiais recicláveis e destinando-os aos EcoPontos da cidade.

A roda de ciranda promove a socialização e foi considerada Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A ciranda é contagiante, com letras fáceis de cantar e coreografia simples. O “Sábado Cultural” é um convite aos moradores do entorno a desenvolver um olhar diferenciado para a cultura. O objetivo da Casaviva é que crianças, jovens e adultos se apropriem e aproveitem as atividades oferecidas pela Fábrica de Cultura 4.0 Osasco e desenvolvam uma nova visão seja artisticamente seja para a beleza natural e humana.